Chamado de alarme da Grã-Bretanha: Nova estratégia contra a crescente ameaça de Putin!

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A estratégia de defesa britânica enfrenta um ponto de viragem: os especialistas alertam para a agressão da Rússia e apelam a reformas abrangentes.

Die britische Verteidigungsstrategie steht vor einer Wende: Experten warnen vor Russlands Aggression und fordern umfassende Reformen.
A estratégia de defesa britânica enfrenta um ponto de viragem: os especialistas alertam para a agressão da Rússia e apelam a reformas abrangentes.

Chamado de alarme da Grã-Bretanha: Nova estratégia contra a crescente ameaça de Putin!

A Grã-Bretanha enfrenta enormes desafios na sua estratégia de defesa, mostra uma revisão recentemente encomendada. O primeiro-ministro Keir Starmer está empenhado em reformas militares de longo alcance e planeia investir milhares de milhões para tornar o país uma nação pronta para o combate. Isto surge no contexto de uma ameaça crescente por parte da Rússia, que, segundo a especialista russa Fiona Hill, não pode ser ignorada. Hill descreve a situação actual como uma guerra entre a Rússia e o Ocidente, na qual várias formas de ataques, incluindo ataques cibernéticos e envenenamentos, desempenham um papel central. Mais detalhes sobre as avaliações e propostas da revisão são apresentados por Hill e outros especialistas, que sublinham que a Grã-Bretanha está presa num impasse entre a política externa agressiva de Vladimir Putin e a estratégia errática dos EUA sob Donald Trump.

A revisão da defesa, da autoria de Hill com Lord George Robertson e Sir Richard Barrons, conclui que os pressupostos existentes sobre o equilíbrio global de poder já não são certos. Starmer anunciou que o governo trabalhista adoptará todas as recomendações deste relatório para preparar a Grã-Bretanha para os actuais desafios geopolíticos. Os responsáveis ​​governamentais sublinham que as medidas planeadas, incluindo a construção de até doze submarinos com propulsão nuclear e o estabelecimento de várias fábricas de munições, representam uma das reformas de defesa mais abrangentes desde o fim da Guerra Fria.

Novas formas de pensar e resiliência social

Fiona Hill apela a uma nova mentalidade na política de defesa do Reino Unido, baseada na defesa tradicional e na resiliência social. Ela sugere tomar medidas que vão além do poderio militar, como ensinar primeiros socorros nas escolas e incentivar os jovens a se envolverem em associações de cadetes escolares. Hill também alerta para os perigos do populismo nacional, que é fomentado pela desindustrialização e pela crescente desigualdade. Na sua opinião, o governo precisa de ser mais criativo e falar com o povo para aumentar a confiança na política.

Starmer sublinha que os investimentos planeados na defesa não servirão apenas a segurança nacional, mas também criarão milhares de empregos bem remunerados na indústria. A revisão abrangente da defesa também poderá trazer estímulo económico à Grã-Bretanha.

Tensões geopolíticas no Ártico

Paralelamente aos desafios na Europa, as tensões geopolíticas entre a NATO e a Rússia estão a aumentar no Árctico, uma região que está cada vez mais em destaque devido aos seus recursos e rotas marítimas estrategicamente importantes. A Rússia aumentou a sua presença militar no país e está a testar armas modernas. Estes desenvolvimentos deixam claro que o impacto da política externa agressiva da Rússia não se limita ao conflito na Ucrânia, mas afecta também outras regiões.

Com ênfase na segurança e em novos investimentos militares, o governo britânico está a definir um rumo claro para o futuro, para responder às diversas ameaças colocadas pela Rússia. As decisões estratégicas que estão agora a ser tomadas poderão ter um impacto significativo não só na segurança da Grã-Bretanha, mas também na estabilidade em toda a região. Especialistas como Michael Paul, que investiga a NATO e a política de segurança, estão a acompanhar os desenvolvimentos com especial atenção porque poderão ter efeitos de longo alcance na arquitectura de segurança internacional.