Extensão dos benefícios para deslocados ucranianos: um raio de esperança

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Foi decidido prorrogar as prestações familiares e o seguro de saúde para os deslocados ucranianos na Áustria até ao final de outubro de 2025.

Extensão dos benefícios para deslocados ucranianos: um raio de esperança

O apoio aos refugiados ucranianos na Áustria mantém-se: em 7 de março de 2025, o Conselho Nacional tomou uma decisão que prorrogou tanto os abonos de família como os benefícios de cuidados infantis até 31 de outubro de 2025. Estas medidas são uma resposta direta aos desafios contínuos da guerra na Ucrânia. O regresso do direito legal a esta ajuda financeira é um sinal para aqueles que são afectados pelos conflitos em curso. Alto APA OTS As pessoas deslocadas têm atualmente o direito legal de permanecer na UE até 4 de março de 2026, mas o apoio só foi garantido provisoriamente até ao final de outubro. A Ministra da Família, Claudia Plakolm, enfatizou que a Áustria deveria ser um lugar seguro para as famílias e que a vontade de ajudar não deveria aumentar excessivamente.

Além disso, o limite de rendimento para beneficiários de prestações de cuidados infantis foi aumentado retroativamente a partir de 1 de janeiro de 2025, de 8.100 euros para 8.600 euros, a fim de permitir o trabalho a tempo parcial. Esta medida recebeu ampla aprovação no Conselho Nacional. Entretanto, os refugiados ucranianos também foram novamente incluídos no seguro de saúde legal até 31 de maio de 2025. A decisão surge depois de 26.200 pessoas, incluindo quase 10.000 crianças, estarem anteriormente em risco de perder o seu seguro. A Ministra Social Korinna Schumann, como por Jornal pequeno relatou, chamou este grupo de particularmente digno de proteção e apelou a medidas urgentes para encontrar uma solução permanente para as pessoas afetadas.

As reacções políticas a estes desenvolvimentos são diversas: enquanto alguns parlamentares, como Barbara Neßler, dos Verdes, salientam que a solidariedade não deve ter um prazo, outros defendem uma revisão mais rigorosa daqueles que têm direito a benefícios. Contudo, a maioria das pessoas concorda que o apoio continua a ser essencial na crise actual e que a ajuda deve ser mantida. Com estas medidas, a Áustria pretende mostrar que está a assumir responsabilidades e a oferecer protecção sempre que necessária.