Berlim no caos: Scholz e Merz – política ou pipoca?

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No "Berliner Morgenpost" Julia Emmrich aborda os perigos do cabo de guerra político sobre o novo calendário eleitoral e os seus efeitos sobre o populismo.

Berlim no caos: Scholz e Merz – política ou pipoca?

Berlim (outs)

Imagine voltar à Alemanha depois de uma pausa numa ilha deserta e perceber imediatamente: o semáforo político está vermelho! Um conflito tangível entre o Chanceler Olaf Scholz e a União está a causar confusão e caos enquanto os dois lados lutam sobre o momento do voto de confiança pendente. Scholz quer fazer a pergunta no dia 15 de janeiro, enquanto o Sindicato insiste que isso deve acontecer primeiro. A disputa aumenta à medida que Scholz, um após o outro, se oferece para possivelmente resolver a questão da confiança mais cedo – uma determinação que cai em ouvidos surdos.

Será isto um bazar político realizado enquanto os cidadãos olham de fora, chocados com a incompetência da sua liderança? A situação é preocupante. O povo do país anseia por clareza e ação, não por um espetáculo político. O problema é que leis importantes estão a cair no esquecimento, como a que protege o Tribunal Constitucional de influências extremistas. As pessoas estão brincando com o tempo aqui como se as coisas pudessem durar para sempre. As consequências de um acordo falhado podem ser catastróficas – uma potencial perda da janela de oportunidade crucial para criar quadros jurídicos que protejam o país contra ameaças.

Um apelo à responsabilidade e à grandeza

As pessoas estão fartas da “política da pipoca” e das constantes idas e vindas! A impressão de que os políticos em Berlim preferem espiar-se uns aos outros do que trabalhar em conjunto está a tornar-se cada vez mais forte. À medida que os acontecimentos mundiais se desenrolam 24 horas por dia, Scholz e Merz deveriam finalmente abandonar os seus egos. Você tem que se recompor e encontrar uma linha clara! Um plano conjunto poderia não só ser bom para a imagem da política, mas também tirar o fôlego das velas dos populistas.

Os cidadãos querem finalmente um governo eficaz que seja capaz de enfrentar seriamente os desafios futuros. Uma abordagem transparente e colaborativa à crise seria o raio de esperança esperado nestes tempos tempestuosos!