Cimeira da crise em Paris: Macron apela à unidade da UE contra a Rússia!

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Em 15 de fevereiro de 2025, Emmanuel Macron está a planear uma cimeira de crise em Paris sobre a crise da Ucrânia, apoiada pelos parceiros da UE.

Cimeira da crise em Paris: Macron apela à unidade da UE contra a Rússia!

No meio de tensões crescentes sobre a guerra na Ucrânia, o ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Radosław Sikorski, anunciou que o presidente francês, Emmanuel Macron, pretende agendar uma cimeira de crise em Paris. Segundo Sikorski, que também ocupa a presidência do Conselho da UE, a reunião terá lugar na próxima segunda-feira. “Devemos mostrar a nossa força e unidade”, apelou, sublinhando a necessidade de discutir seriamente os termos que o presidente dos EUA, Donald Trump, propôs para as negociações sobre a guerra na Ucrânia. “Estou muito satisfeito que o Presidente Macron queira trazer os nossos chefes de Estado e de governo para Paris”, disse Sikorski na Conferência de Segurança de Munique. coroa.at relatado.

Requisitos dos EUA e reações europeias

O esforço de Trump para negociar a guerra na Ucrânia surge num momento crítico e as reacções dos parceiros da UE são cruciais. A cimeira é vista como uma plataforma central para enfatizar a unidade europeia na gestão de crises. Sikorski alertou ainda que o resultado da guerra também poderia pôr em causa a credibilidade dos EUA e apelou aos EUA para estarem conscientes das suas responsabilidades. Isto é importante não só para a Europa, mas também para a estabilidade de outros países, disse Sikorski. Neste sentido, a Cimeira de Paris é considerada crucial n-tv.de relatado.

Na conferência de Munique, a cooperação entre a Europa e a Ucrânia também foi claramente destacada. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enfatizou que a Europa deve desempenhar um papel central nas negociações de paz com a Rússia. “A Europa deve estar plenamente envolvida nas negociações de paz”, afirmou, apelando a um plano de acção claro para garantir a segurança futura. Zelensky também alertou sobre possíveis ataques russos e apelou à UE para agir proativamente para se proteger contra ameaças iminentes.