Pewny pede o fim do abuso: proteja locais de dormir de emergência para os sem-abrigo

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O conselheiro regional de Salzburgo, Pewny, rejeita a proposta do SPÖ de utilizar um centro de asilo para sem-abrigo. Ele pede um fim claro ao uso indevido dos dormitórios de emergência existentes.

Pewny pede o fim do abuso: proteja locais de dormir de emergência para os sem-abrigo

Um debate acalorado sobre a utilização de alojamento para asilo em Salzburgo está a causar agitação entre os políticos e o público. Na quinta-feira, a conselheira social Andrea Brandner, do SPÖ, apresentou a proposta de disponibilizar os quartos atualmente não utilizados de um centro de asilo no distrito de Itzling como dormitório de emergência para moradores de rua durante o inverno. Isto é particularmente importante durante a estação fria, quando muitas pessoas precisam de um teto seguro sobre as suas cabeças.

No entanto, a proposta encontrou resistência massiva do conselheiro regional de Salzburgo, Christian Pewny, do FPÖ. Descreveu a ideia como uma tentativa do SPÖ de impor os seus próprios “alojamentos às costas da população” e salientou que as acomodações existentes já eram suficientes. Pewny também expressou preocupação sobre o possível uso indevido de abrigos de emergência: “As moradias de inverno para os sem-teto não devem ser usadas indevidamente para pessoas de todo o mundo”, disse ele na sexta-feira.

Pewny: Clara rejeição e preocupações

Pewny acredita que é hora de parar de abusar das ofertas existentes. Anunciou que iria examinar intensivamente quem exactamente utilizava os locais de dormir de emergência e enfatizou a responsabilidade do país em tomar medidas decisivas contra os abusos. “Isso não vai acontecer com o FPÖ”, deixou claro, colocando assim um forte veto à proposta de Brand. Ele enfatizou que o espaço deveria ser reservado para moradores de rua, sem a criação de novos alojamentos para asilo.

A reação do vereador Brandner veio imediatamente. Ela ficou surpresa com as “declarações contraditórias” de Pewny. Apenas um dia antes, Pewny havia inicialmente indicado que consideraria a proposta. “A sua atitude nem sempre lhe parece clara”, observou Brandner, insistindo que é urgentemente necessário haver um diálogo objectivo sobre a utilização do edifício vazio. Afinal, o estado de Salzburgo paga cerca de 25.000 euros por mês de aluguer do edifício, o que torna a discussão sobre a utilização sensata ainda mais valiosa.

A situação nos quartéis de asilo

A disputa sobre a utilização do centro de asilo em Itzling faz parte de um debate mais amplo sobre a distribuição de recursos na cidade e o apoio a grupos que necessitam de ajuda, especialmente os sem-abrigo. Brandner vê os alojamentos vazios como uma solução potencial para a situação invernal dos sem-abrigo, uma necessidade que é particularmente perceptível na estação fria. As disputas entre os partidos políticos mostram quão diferentes são as opiniões sobre o problema do asilo e dos sem-abrigo dentro da administração municipal.

Mais detalhes sobre este tópico podem ser encontrados em um relatório detalhado em salzburg.orf.at.